domingo, 1 de maio de 2011

Projeto Pedagógico - Tema: Vencendo a dengue.

Disciplina: Multidisciplinar

Professora: Lila Léa C. C. Chaves.


Apresentação:

A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em conseqüência da dengue.

Em nosso país, as condições socioambientais favoráveis à expansão do Aedes aegypti possibilitaram a dispersão do vetor desde sua reintrodução em 1976 e o avanço da doença. Essa reintrodução não conseguiu ser controlada com os métodos tradicionalmente empregados no combate às doenças transmitidas por vetores em nosso país e no continente. Programas essencialmente centrados no combate químico, com baixíssima ou mesmo nenhuma participação da comunidade, sem integração intersetorial e com pequena utilização do instrumental epidemiológico mostraram-se incapazes de conter um vetor com altíssima capacidade de adaptação ao novo ambiente criado pela urbanização acelerada e pelos novos hábitos.

Diante do exposto, vale ressaltar que, o número cada vez mais alarmante de casos de dengue na cidade de Caxias-Ma traz preocupações a todos por ser crescente a possibilidade de uma epidemia da dengue.

Apesar das campanhas do governo federal junto aos estados e municípios do país, no sentido de veicular no rádio, TV e demais meios de comunicação propagandas ligadas ao tema, muitas pessoas ainda não se conscientizaram que a dengue pode ser tão prejudicial a ponto de levar a morte.

Em todo este contexto, o professor também possui um importante papel dentro das escolas. Ele é o responsável por levar aos seus alunos todas as informações necessárias sobre o mosquito e o mau que ele causa. Muitas vezes, acontece destes alunos fazerem a vez de professores (as) dentro de casa, informando seus responsáveis como proceder na eliminação de qualquer risco de foco de dengue.

No intuito de aplicar o desenvolvimento do tema em sala de aula e fora dela, desenvolvemos um projeto interdisciplinar com uma série de atividades relacionadas a dengue.

Justificativa:

Tendo em vista uma possível epidemia de dengue em nosso município e a necessidade de esclarecimento da população como um todo, torna-se de alta relevância a execução deste projeto.


Objetivo geral:

Trabalhar junto à comunidade escolar, visando conscientizá-la quanto à importância de prevenir a dengue, pois esta é uma doença grave e que vem causando muitas mortes, de maneira a oportunizar o reconhecimento dos envolvidos como elemento integrante do ambiente, em função da apropriação de valores referentes à humanização da vida e das relações entre as pessoas dando a oportunidade de toda a comunidade a serem formadores de opiniões e formando grupos voluntários, somando e fazendo surgir força no exercício de cidadania e conscientização. Dessa forma faz-se necessário motivar a adoção de hábitos de higiene local bem como sua manutenção e prevenção na proliferação na infestação do Aedes Aegypti. Além disso, desenvolver e aprimorar o domínio de competências básicas humanas, tais como: comunicação oral e escrita, leitura e interpretação de textos e promover a manutenção de um comportamento solidário e do exercício do cidadão


Objetivos específicos:

Aplicar os conhecimentos adquiridos em sala;

Desenvolver a cidadania;

Adquirir hábitos e atitudes que colaborem para acabar com o mosquito e com a dengue;

Entender como o aquecimento global pode interferir na proliferação da doença;

Ler e construir gráficos e tabelas que representem números da dengue ocorridos na cidade, no estado no país;

Contabilizar casos da doença e óbitos ocorridos;

Identificar as regiões brasileiras mais afetadas pela dengue;

Conhecer a origem do mosquito Aedes Aegipty;

Entender que a dengue interfere no aproveitamento escolar, pois afasta a criança da escola;

Reconhecer a importância dos hábitos de higiene com forma de manter a saúde e prevenir doenças;

Identificar as causas de ocorrência de epidemias;

Conhecer as diversas formas de contágio, prevenção;

Reconhecer os sintomas e dar início ao tratamento;

Identificar o mosquito da dengue;

Orientar sobre a utilidade do uso e formulação de repelentes naturais;


Público Alvo:

Comunidade escolar: alunos, professores e funcionários;

Comunidade em geral.


Estratégias:

Envolver professores através de encontros, consultas e pesquisas, em articulação com a coordenação pedagógica e direção da escola;

Conversa informal sobre o tema em questão.

Momento de questionamento sobre o tema.

Pesquisa nas principais fontes de comunicação.

Entrevista com adultos que já foram picados pelo mosquito e o que fazer para evita-ló;

Ronda pela escola e comunidade a procura de focos de Dengue;

Saída em campo para observação de campo identificando possíveis focos;

Mutirão da limpeza na escola e comunidade;

Levantamento de dados estatísticos, pelos alunos, das causas e conseqüências da dengue em suas formas clássica e hemorrágica;

Discussão sobre os noticiários e pesquisas realizadas extra-sala;

Motivar alunos e professores com propostas de atividades criativas e utilização das mídias e tecnologias;

Exibição e apresentação de slides (data show) sobre o tema a fim de esclarecer sobre a doença e motivar o trabalho a ser desenvolvido - Software educativo (da dengue);

Debate sobre o tema;

Divulgar os meios de comunicação o desdobramento desse projeto para que a população se conscientize da importância de todos participarem;

Solicitar apoio nos órgãos competentes, promovendo divulgação do projeto;

Orientar sobre a utilidade e fabricação de um repelente natural caseiro;


Atividades:

Trabalho de campo com os alunos para distribuição de panfleto informativo e conscientização da comunidade do entorno escolar;

Apresentação em Power Point do projeto e resultados da pesquisa de campo por meio de fotos e imagens;

Confecção de cartazes e mural;

Produção textual: frases, redações, slogans, HQs, etc;

Entrevistas com profissionais da Saúde;

Desenvolvimento um repelente natural caseiro;

Exposição de sintomas e início do tratamento da dengue;

Divulgação nos meios de comunicação sobre o desdobramento desse projeto para que a população se conscientize de maneira mais eficiente;

Solicitação de apoio nos órgãos competentes, promovendo divulgação do projeto;


Avaliação :

Será contínua, participação oral e escrita;

Produção em sala de panfleto informativo para ser distribuído na comunidade pelos alunos;

Divulgação de panfletos com estratégias de combate ao mosquito com sugestões de experimentos;

Tabulação de pesquisas: índices;

Confecção de mural interativo onde os alunos e outros participantes do projeto divulgarão o resultado no combate do mosquito, sintomas da doença e outros dados significativos;

Organização, assiduidade e observação da participação e envolvimento nas atividades propostas;

Diagnóstico individual a respeito do seu próprio desempenho apontando acertos, erros e dificuldades;

Acompanhamento e análise do desenvolvimento dos alunos mediante observação da postura atitudinal;

Organização de mural com as fotos da pesquisa de campo;

Exibição de vídeos sobre a pesquisa;


Recursos:

Pesquisas, reportagens de jornais e revistas, exibição de vídeos, utilização da biblioteca e demais mídias e tecnologias disponíveis na escola, etc.

Materiais:

Softwares: power point, word, movie maker, data show, DVD/TV;

Câmara digital;

Internet;

Computadores;

Pen-drive;

Quadro e pincel para quadro acrílico,

Jornais, livros, revistas;

Fotos;

Tecidos para faixas e matéria para organizar panfletos;

Cópias impressas;

Xerox;

Recursos Humanos:

Professor leitor e pesquisador;

Dialogo para explicação e organização das idéias dos educandos e encontros pedagógicos;

Auxílio do professor na verificação dos textos, murais, fotos, vídeos, índices, mapeamento e etc.


Cronograma:

ü Maio: serão desenvolvidas as atividades previstas envolvendo os conteúdos trabalhados; Trabalho de campo com os alunos para filmagens, fotos , panfletagem informativa e divulgação da campanha na comunidade;

ü Junho: abordagem do tema através de pesquisas, debates, acompanhamento de índices e analise dos resultados prévios da campanha;

ü Culminância: Exposição dos trabalhos realizados durante o projeto; Palestras e leitura das produções textuais (o evento será aberto à comunidade escolar).


Conclusão:

Com vistas aos objetivos elencados neste projeto, finalizaremos com uma exposição dos trabalhos dos alunos, permitindo aos pais e comunidade em geral a visitação para apreciação dos mesmos; Cabe ressaltar que todas as disciplinas foram contempladas com a participação e execução do projeto visto o mesmo ser interdisciplinar.


Reflexão: "Sabedoria é saber o que fazer; virtude é fazer!" (David Star Jordan).


Consultas: http://www.combatadengue.com.br/

Site oficial do ministério da Saúde: http://www.portal.saude.gov.br/saude/

http://dengueportalprofessor.wordpress.com/


Repelente natural caseiro:


Um só mosquito fêmea tem capacidade de picar 300 pessoas e botar 450 ovos na sua curta vida de 45 dias. Ela precisa da proteína do sangue humano para maturar os ovos. Se muitas pessoas usarem sistematicamente este repelente, ela não conseguirá maturar os ovos e irá atrapalhar o ciclo de vida do aedes aegypti.

Fórmula alternativa:

* 1/2 litro de álcool;
* 1 pacote de cravo da Índia (10 gr);
* 1 vidro de óleo de nenê (100ml);

Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias agitando, cedo e de tarde;
Depois coloque o óleo corporal (pode ser de amêndoas, camomila, erva-doce, aloe vera). Passe nos braços e pernas;

O cravo espanta formigas da cozinha e dos eletrônicos, espanta as pulgas e os piolhos dos animais;

O repelente evita que o mosquito sugue o sangue, assim, ele não consegue maturar os ovos e atrapalha a postura, vai diminuindo a proliferação;

A comunidade toda tem de usar, como num mutirão;

Não forneça sangue para o aedes aegypti!

Fonte da receita: Ioshiko Nobukuni – Sobrevivente da dengue hemorrágica.
Email: nobukunister@gmail.com


Sintomas e Tratamentos da Dengue

Fique alerta aos sintomas da dengue:

  • Febre alta
  • Dor de cabeça
  • Dor atrás dos olhos
  • Manchas vermelhas no corpo
  • Dor nos ossos e articulações

Vá à Unidade de Saúde. Você pode estar com dengue.


Se você já está com suspeita de dengue e começou apresentar:

  • Dores abdominais
  • Vômitos
  • E só usar medicamentos prescritos pelo médico para aliviar as dores e a febre.

Retorne imediatamente à Unidade de Saúde. Você pode estar evoluindo para forma grave da dengue.

Tratamentos

Ao ser observado o primeiro sintoma da dengue, deve-se buscar orientação médica no serviço de saúde mais próximo. Só depois de consultar um médico, alguns cuidados devem ser tomados, como:

  • Manter-se em repouso.
  • Beber muito líquido (inclusive soro caseiro).
  • Qualquer tipo de sangramento.

A reidratação oral é uma medida importante e deve ser realizada durante todo o período de duração da doença e, principalmente, da febre. O tratamento da dengue é de suporte, ou seja, alívio dos sintomas, reposição de líquidos perdidos e manutenção da atividade sanguínea.

Atenção:

Em caso de suspeita de dengue, sempre procurar, o mais rápido possível, o serviço de saúde mais próximo. Todo tratamento só deve ser feito sob orientação médica.




Obs: Minha filha de 10 anos, Lia Lis, estava com dengue, passamos 5 dias em internação, foi terrível. (Hoje estamos desenvolvendo o projeto nas escolas onde trabalho, arregaçando as mangas a fim de que outras mães e crianças não sofram as consequências terríveis da dengue, não estou sozinha nessa jornada, conto com a ajuda dos professores, alunos e coordenação que impulsionou a execução do projeto). Durante os dias que estivemos no hospital, a beira de uma dengue hemorrágica, minha filha passou muito mal, as plaquetas baixaram, muita febre...Graças a Deus, ela se recuperou e quero agradecer a todos os amigos que se preocuparam conosco, perto ou longe, familiares, seus professores, em especial a professora Ana que agraciava minha filha presenteando-a com carinho e narrativas infantis, sobretudo, seu sorriso muito nos ajudou Ana, sua preocupação foi consoladora no período da internação. Assim como a ajuda das mães que dividiram conosco a enfermaria em que nos encontrávamos, não posso deixar de agradecer também às enfermeiras e médicos, a minha mãe (te amo mãezinha), esposo, filhos, tios e tias que nos ligavam diariamente (Tica, Bim, Celma, Vuca, Laíde, vó Gonçalina e vô Areolino- amamos muito vcs...). Obrigada a todos, que direta ou indiretamente oraram e pedirama Deus por nós. Obrigada a ti Jesus.

Que outras escolas possam aderir a campanha e ajudar nossa população nessa batalha contra a dengue!

Um abraço afetuoso, profª Lila.

terça-feira, 5 de abril de 2011

XII CONGRESSO INTERNACIONAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LITERATURA COMPARADA INFORMATIVO 03 – MARÇO DE 2011

O PRESENTE INFORMATIVO trata dos procedimentos para submissão de comunicação
para o XII Congresso Internacional da ABRALIC, suplementando as informações divulgadas no
INFORMATIVO 01 – NOVEMBRO DE 2010 e no INFORMATIVO 02 – JANEIRO DE 2011.

Recomendamos a leitura completa do conjunto dos informativos para esclarecimento de suas dúvidas. Novas instruções serão postadas no site da ABRALIC oportunamente. Dúvidas remanescentes devem ser dirigidas a perguntascongresso2011@abralic.org.br

1) CRONOGRAMA GERAL – DATAS IMPORTANTES:
15/01/2011 – Prazo final para pagamento das anuidades do triênio 2009-2011 (para quitação de
anuidades após essa data, incluindo os novos associados, ver item 3 abaixo)
De 17/01 a 28/02/2011 – Período para submissão de propostas de simpósios (ENCERRADO)
11/03/2011 – Data limite para divulgação dos simpósios aprovados (DIVULGADO)
14/03 a 15/04/2011 – Período para submissão de trabalhos para os simpósios aprovados
06/05/2011 – Data limite para divulgação dos trabalhos aceitos pelos simpósios
06 a 31/05/2011 – Período para consolidação e pagamento das inscrições pelos participantes com trabalho aceito
06 a 17/06/2011 – Período para realização e pagamento das inscrições pelos ouvintes
Até 30/06/2011 – Divulgação da programação completa do evento
18 a 22/07/2011 – XII Congresso Internacional da ABRALIC, em Curitiba, Paraná.

2) TAXAS DE INSCRIÇÃO:
O pagamento da taxa relativa à participação no XII Congresso Internacional da ABRALIC
acontecerá SOMENTE por ocasião da consolidação das inscrições, APÓS A REMESSA DOS
ACEITES, observando-se o cronograma acima anotado:
I. COORDENADOR DE SIMPÓSIO, com ou sem apresentação de trabalho (obrigatoriamente
associado quites com as anuidades do triênio 2009-2011*): ISENTO;
II. ASSOCIADO quites com as anuidades do triênio 2009-2011* participando de simpósio com
apresentação de trabalho: R$50,00 (cinqüenta reais):
III. ASSOCIADO quites com as anuidades do triênio 2009-2011* participando como ouvinte:
R$30,00 (trinta reais);
IV. NÃO-ASSOCIADO participando de simpósio com apresentação de trabalho: R$300,00 (trezentos reais);
V. NÃO-ASSOCIADO participando como ouvinte: R$60,00 (sessenta reais);
VI. ESTUDANTE de graduação, graduado ou mestrando participando como ouvinte: R$30,00 (trinta reais).
*Vínculo associativo e situação fiscal junto à ABRALIC:
Como já foi amplamente informado, todos os associados devem recadastrar-se no site atual da
ABRALIC implementado em 31 de agosto de 2009. Caso não tenha tomado tal providência, basta
clicar no botão , na barra superior da página inicial, escolhendo a opção .
Preencha os dados cadastrais, desconsiderando os passos finais do cadastramento, relativos ao
pagamento das anuidades do triênio 2009-2011, cujo modo de quitação descrevemos a seguir.
Para os associados já recadastrados que ainda não tenham quitado as anuidades do triênio
2009-2011 (seja por meio de pagamento do boleto nas opções A, B ou C, seja por meio de depósito bancário acrescido de mora a partir de 16/01/2011), assim como para novos associados, a partir de 16/03/2011 o valor das anuidades do triênio 2009-2011 está fixado em R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais) sem mais alterações até o final da presente gestão.
O pagamento do valor de R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais) deverá ser efetuado por meio
de depósito na conta da Associação Brasileira de Literatura Comparada: Banco Itaú, agência 4012, conta corrente 32474-7. O CNPJ da ABRALIC é 91.343.350/0001-06.
Uma vez feito o depósito, mantenha o comprovante para seu controle e segurança e envie uma
cópia digital dele para o endereço pagamentos@abralic.org.br , anotando na linha de assunto da
mensagem: Pagamento de , realizado em .
Dúvidas sobre pagamentos e demais questões fiscais dos associados devem ser dirigidas ao
endereço: pagamentos@abralic.org.br

3) PROCEDIMENTOS PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS AOS SIMPÓSIOS:
O período para o envio de propostas de comunicação aos coordenadores de simpósio será de
14/03 a 15/04/2011.

A condição mínima para submissão de proposta de comunicação é possuir título de mestre.
Graduados ou alunos de graduação, especialização, mestrandos e especialistas poderão participar
somente como ouvintes. De modo a oferecer aos pesquisadores envolvidos no congresso condições apropriadas para apresentação de seus trabalhos e participação nas demais atividades previstas na programação, a inscrição de ouvintes será limitada, acontecendo apenas após a consolidação das inscrições dos participantes com apresentação de trabalho, obedecendo o cronograma geral informado acima. Não haverá inscrições para ouvintes fora do prazo informado.
Cada comunicação pode ter no máximo 2 autores.
Cada autor deverá escolher UM ÚNICO simpósio e enviar UMA ÚNICA proposta de
comunicação ao simpósio escolhido.
O pagamento da taxa de inscrição no congresso deverá ser realizado SOMENTE APÓS O
RECEBIMENTO DA CARTA DE ACEITE da submissão, no período de 06 a 31 de maio de 2011.
Os resultados finais das submissões serão divulgados até 06/05/2011.
As comunicações deverão ser enviadas EXCLUSIVAMENTE através do sistema de controle do
XII Congresso Internacional, acessível através do site da ABRALIC. Siga o roteiro abaixo para realizar sua submissão:

I. SELECIONAR SIMPÓSIO: Em primeiro lugar, consulte a lista dos simpósios divulgada em nosso site para identificar o simpósio de seu interesse. Lembre que cada autor deverá escolher UM ÚNICO simpósio e submeter UMA ÚNICA proposta de comunicação;

II. PREENCHER FICHA DE INSCRIÇÃO NO EVENTO: Uma vez escolhido o simpósio de seu
interesse, acesse o sistema de controle do XII Congresso da ABRALIC para preencher sua ficha de inscrição. Em seu primeiro acesso a este link, clique em para abrir o formulário.
ATENÇÃO: Após o preenchimento de seus dados pessoais, você deverá selecionar sua “Categoria de inscrição”, escolha que define a taxa correspondente (conforme descrito no item 2 acima). Para concluir o preenchimento da ficha de inscrição, você deve clicar no botão SALVAR

INSCRIÇÃO, no canto inferior esquerdo da ficha. LEMBRE-SE: a emissão do boleto e o pagamento da taxa de inscrição correspondente acontecerão SOMENTE por ocasião da consolidação das inscrições, APÓS A REMESSA DOS ACEITES, observando-se o cronograma acima anotado;

III. SUBMISSÃO DA PROPOSTA DE COMUNICAÇÃO: Salva sua ficha de inscrição, clicando no
botão MENU PRINCIPAL você terá acesso à sua ÁREA RESERVADA. No menu de opções do
PAINEL, localizado na metade inferior da tela, você localizará a opção SUBMISSÃO DE TRABALHOS.
Clique nesta opção para iniciar o processo de submissão de sua proposta de comunicação. O
procedimento está subdividido em uma seqüência de cinco passos.

a) No PASSO 1 de 5 você selecionará o SIMPÓSIO para o qual deseja realizar sua submissão
clicando na aba ÁREA DE CONHECIMENTO (=simpósio) e digitando o título de sua comunicação no campo correspondente (máximo de 250 caracteres). Isto feito, clique no botão PRÓXIMO no canto inferior direito da tela;

b) O PASSO 2 DE 5 solicita as informações de identificação de sua INSTITUIÇÃO (nome e sigla) e da cidade (no campo ENDEREÇO) em que ela está situada. Preencha os campos e clique no botão SALVAR. Isto feito, clique no botão PRÓXIMO, no canto inferior direito da tela;

c) No PASSO 3 DE 5 você identificará o AUTOR da comunicação. No caso de co-autoria, isso deverá ser informado na ficha, conforme as instruções na tela. No caso de comunicação individual (um único autor), deverão ser clicados (ativados) os botões APRESENTADOR e AUTOR. Feito isto, clique no botão SALVAR na ficha, e então no botão PRÓXIMO no canto inferior direito da tela;

d) No PASSO 4 DE 5 você inserirá o RESUMO de sua comunicação no sistema. Os dados de
identificação do trabalho (simpósio, título, autor, instituição) já aparecerão na ficha, pois foram
inseridos nos passos precedentes. No campo de inserção, apenas o texto do resumo deve ser
digitado. Siga as instruções na tela. O resumo deverá ter o mínimo de 50 e o máximo de 500
palavras. Concluída a digitação de seu resumo, clique no botão PRÓXIMO no canto inferior direito da tela;

e) No PASSO 5 DE 5 você procederá à VALIDAÇÃO da submissão. Nessa tela você verá a síntese de sua ficha de submissão, na qual aparecerão o título de sua comunicação, o nome do simpósio
(=CATEGORIA) ao qual está sendo enviada, o nome do autor, afiliação institucional e cidade. Você poderá conferir seu resumo clicando no ícone RESUMO. Caso deseje fazer alguma alteração, feche a visualização do resumo, retornando à ficha de VALIDAÇÃO, e clique no botão VOLTAR, no canto inferior direito da tela, revisando a digitação de seu resumo observando as instruções já mencionadas, e avançando na seqüência novamente para o PASSO 5 DE 5. Caso tudo esteja de acordo, clique no botão FINALIZAR no canto inferior direito da tela e sua submissão será concluída. Antes de finalizar a submissão, é possível retornar às etapas anteriores para proceder a alterações clicando no botão VOLTAR. Uma vez FINALIZADA, a submissão não mais poderá ser alterada

Simposio Leitura, cultura e formação do leitor ABRALIC 2011

LEITURA, CULTURA E FORMAÇÃO DO LEITOR

Coordenadores:
Profa. Dra. Patricia Kátia da Costa Pina, UNEB
Prof. Dr. Diógenes Buenos Aires, UEMA

O ato da leitura coloca o sujeito leitor no mundo, reconstruindo ambos, numa perspectiva dialógica. Ler permite ao sujeito dar ao mundo gamas novas de significação. Ler e transformar e transformar-se (YUNES, 1989, 2009; AGUIAR,2008; BORDINI, 1988). O leitor torna-se Outro em relação a si mesmo. Não ha neutralidade no ato da leitura – ler e uma travessia das múltiplas textualidades inscritas na palavra/som/imagem. E atravessá-las significa por em dialogo os repertórios previstos no texto/obra e os repertórios pertinentes a cada leitor/interlocutor empírico – ou seja, ler talvez se configure como um dos jogos de poder (ABREU, 2002) possíveis na sociedade. Relação transitiva, cada ato de leitura deve processar uma pessoalização do lido. Ler, seja um texto literário, seja um filme, um outdoor, um jornal, um quadro, um gibi, então, parece poder ser definido como um momento em que o leitor inscreve, em si, o texto. Mas o processo tem uma contrapartida: ele também se inscreve no texto, uma vez que, ao se deixar ocupar pela materialidade textual, apropria-se dela, torna-a sua e torna-se ela mesma. Como formar um leitor hoje, tendo em conta que ler implica interpretar e criticar? As associações que estabelecemos ao ler nos revelam quem somos no e a partir do texto lido: quais as táticas que usamos como leitores para interagir com as estratégias textuais/autorais/editoriais? No ato da leitura funcionam nossos repertórios culturais, quaisquer que sejam, e esses repertórios e que nos dão o nosso lugar como leitores. Este Simpósio quer discutir como formar leitores na contemporaneidade, no mundo tecnológico de memória fragmentada e multiplicada e de releitura das tradições em que vivemos, concebendo a leitura como ato de liberdade e de libertação que agrega todos os envolvidos no processo, desde o autor/criador/adaptador/diretor/pintor do texto, passando pelos mediadores variados de leitura, ate os leitores, os consumidores de bens culturais impressos e não impressos. A aprendizagem da leitura em diferentes níveis pode ser definida como violência simbólica
(FRAISSE, 1997): a retirada da criança (ou do jovem e do adulto) do mundo da oralidade, cujas regras ela conhece por imitação e por testagens cotidianas de erro e acerto, seguida de sua inserção no mundo letrado, cujas normas lhe são completamente estranhas, constitui uma experiência traumática, individualizadora. Todos os letramentos são
desconcertantes e implicam, cada um a seu modo, uma ação de ruptura e a assunção de novas formas de agir sobre o mundo. Nenhuma ruptura e suave, romper com uma forma de viver e algo extremamente doloroso para nos adultos e, muito mais, para criancas e jovens. Neste Simpósio, ler não e só ler literatura: é ler a vida, o mundo, as muitas e diferentes formas de o ser humano concretizar sua visão de mundo. Aprender a gostar de ler textos literários e não literários, de ver filmes, de ler HQ, de ouvir musica, sao formas especificas de letramento que rompem com nossas expectativas primeiras, nossas habilidades básicas, e nos introduzem em universos novos, interessantes, variados. Nos não nascemos leitores de literatura ou de HQ, sequer nascemos leitores do mundo, precisamos ser educados para ler os livros e a vida. Essa educação, familiar, a principio, escolar, a posteriori, não e, também, um processo natural, um processo fácil e facilitador. Nós nos formamos leitores, se formos adequadamente preparados para isso (COLOMER, 2003). O processo de preparo do leitor envolve um sem numero de estratégias, desde aquelas que marcam o letramento básico, como algumas mais específicas, que se direcionam para o letramento literário, dentre as quais podemos incluir, em nivel textual, a construção, por parte do autor, de um leitor implícito, que guie a leitura do publico empírico; ou, ainda, e essa por parte de críticos e professores, o estudo da ordem textual, enfocando métrica, rimas, personagens, tempo, ambiente etc. Essas últimas estratégias para a inserção do sujeito no mundo das letras artísticas envolvem uma espécie de educação para a fruição estética. Mas ha outras estratégias a serem discutidas: as de construção de imagens visuais, em filmes, HQ, quadros. Ao compreender-se interagindo com o texto, qualquer que seja, o leitor empírico se percebe numa intimidade que pode levá-lo a querer repetir a experiência e a gostar do desafio (FOUCAMBERT, 2008). O caso e o percurso que deve ser feito, através de diferentes mediações, para que o sujeito, apos a aprendizagem das primeiras letras, aprenda a lidar com as muitas formas artísticas que se dão a ler. E possível pensar esse processo como uma cadeia de pequenas e recorrentes ações violentas contra a natureza oral da criança, do adulto ou do jovem. Pretende-se, neste Simpósio, focalizar pesquisas que discutam a literatura em seus diferentes diálogos com outras linguagens, como o cinema, a TV, o blog, a HQ, entre outras, alargando as fronteiras da leitura e de seus objetos e sujeitos.
Referências bibliográficas:
ABREU, Marcia. Prefácios: Percursos da Leitura. In.: _____ (org.). Leitura, história e história da leitura. Campinas/São Paulo: Mercado das Letras/Associação de Leitura do Brasil/ FAPESP, 2002.p.9-17
AGUIAR, Vera Teixeira de. Da Teoria a Pratica: Competências de Leitura. In.: MARTHA, Alice Aurea Penteado (org.). Leitor, leitura e literatura: teoria, pesquisa e pratica – conexões. Maringá: EdUEM, 2008. 188p. p.13-26.
BORDINI, Maria da Gloria e AGUIAR, Vera Teixeira de. Literatura: a formação do leitor. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1988.
COLOMER, Teresa. A formação do leitor literário. Tradução Laura Sandroni. São Paulo: Global Editora, 2003.
FOUCAMBERT, Jean. Modos de ser leitor: aprendizagem e ensino da leitura no ensino fundamental. Curitiba: Editora UFPR, 2008.
FRAISSE, Emmanuel; POMPOUGNAC, Jean-Claude; POULAIN, Martine.(org.). Representações e imagens da leitura. Traducao de Osvaldo Biato. São Paulo: Ática, 1997.
YUNES, Eliana e PONDE, Gloria. Leitura e leituras da literatura infantil. 2ed. Sao Paulo: FTD,
1989.
YUNES, Eliana. Tecendo um leitor: uma rede de fios cruzados. Curitiba: Aymará, 2009

Municípios recebem repasse de R$ 1,4 bilhão do FPM

por Luís Cardoso 01-04-2011 às 23:14 Política

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Folha.com

Os municípios receberam nesta quarta-feira (30) o repasse referente ao terceiro decêndio do FPM (Fundo de Participação dos Municípios). Em valores líquidos, que desconta a parcela do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), o montante é de R$ 1,15 bilhão. Em valores brutos, incluindo a retenção do Fundeb, o montante é de R$ 1,44 bilhão.

O FPM é um dos principais mecanismos de transferência do governo federal.

O valor do repasse é 12,3% maior que o estimado pela Receita Federal no início de março e 14,8%, em valores brutos e nominais, maior quando comparado ao mesmo período do ano passado. Com estes valores, o mês de março termina com aproximadamente R$ 4 bilhões. A cifra é 4,1% maior que o previsto, o equivalente a R$ 158 milhões a mais.

O presidente da CNM (Confederação Nacional de Municípios), Paulo Ziulkoski, destaca que o desempenho do FPM neste trimestre surpreendeu os gestores municipais. “No acumulado, o fundo somou quase R$ 15,9 bilhões, um valor recorde nos últimos anos, se compararmos os primeiros trimestres de cada ano”, explica. Ziulkoski acrescenta que outro resultado parecido ocorreu em 2008, quando o acumulado somou R$ 12,4 bilhões.

Há alguns meses, Ziulkoski alertava os gestores que havia um hiato entre o crescimento da arrecadação da União e o crescimento do Fundo de Participação. “A recuperação econômica está ocorrendo e significa que o reaquecimento da economia está chegando aos cofres municipais”, explica.

Segundo o porta-voz, o FPM tem uma sazonalidade e “depois de maio, tradicionalmente, os valores tendem a cair”.

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Política no Ma

Prefeituras de Caxias, Colinas, Santa Inês, Pindaré-Mirim, Monção, Arame, Estreito e Balsas investigadas pela PF

Por Luís Cardoso 31-03-2011 às 12:12 Política

O jornal O Diário do Povo do Piauí traz hoje matéria informando que a Polícia Federal está investigando as prefeituras maranhenses de Caxias, Colinas, Santa Inês, Pindaré-Mirim, Monção, Pirapemas, Arame, Estreito e Balsas. Faz parte da “Operação Geleira”, que investigou e prendeu prefeitos, ex-prefeitos, lobistas e empresários no estado piauense.

A Polícia Federal, segundo o jornal, teria visitado todas as cidades citadas e as investigações estão concluindo que o esquema consiste no uso de notas fiscais falsas para comprovar aplicação de recursos do SUS e também do Fundeb.

O procurador da República em Brasília, Paulo Araripe, segundo o jornal, foi quem determinou a extensão da operação no Maranhão.

Em balsas, conforme publicação em primeira mão pelo blog, os federais apreenderam documentos e computadores e estiveram ainda na casa do secretário de finanças daquele município (veja aqui).

Ainda em Balsas, as empresa TEC Odonto Ltda e Remac-Odontomédica Hospitalar Ltda agiram no sistema de notas fiscais frias, conforme contatação pela PF. As duas empresas foram pegas pela PF na “Operação Geleira” no Paiuí.

“Existem contratos de pequenas empreiteiras do Piauí atuando em prefeituras do Maranhão, sendo que os proprietários nunca foram a esses municípios ou sequer os conhecem. Alguns documentos eram falsos, mas foram usados CNPJ e notas fiscais verdadeiras para justificar o serviço e a saída do dinheiro. O caso está sendo apurado junto aos Tribunais de Contas do Maranhão e Piauí”, aponta O Diário do Povo do Piauí.

Blog do Jornal Pequeno

PF investiga prefeituras do interior do MA

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1 de abril de 2011 às 10:11

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O jornal O Diário do Povo do Piauí informa que a Polícia Federal daquele Estado está investigando, no bojo da Operação Geleira, as prefeituras maranhenses de Caxias, Colinas, Santa Inês, Pindaré-Mirim, Monção, Pirapemas, Arame, Estreito e Balsas.

A Operação Geleira levou para a cadeia no início do ano sete prefeitos, dois ex-prefeitos e mais 21 contadores, secretários, advogados, assessores e lobistas, acusados de desvios de verbas das prefeituras.

O esquema é o velho uso de notas fiscais frias ou falsas para comprovação de despesas do SUS e Fundeb. O rombo ao todo envolve recursos na casa dos R$ 20 milhões.

A extensão das investigações ao Maranhão foi determinada pelo procurador da República em Brasília, Paulo Araripe. Os federais já estiveram em vários municípios maranhenses em busca de documentos, como Balsas.

A investigação se concentra também em escritórios de advocacia e construtoras. A PF descobriu que os contadores usavam documentos e CNPJ dessas firmas sem o conhecimento de seus proprietários.

“Existem contratos de pequenas empreiteiras do Piauí atuando em prefeituras do Maranhão, sendo que os proprietários nunca foram a esses municípios ou sequer os conhecem. Alguns documentos eram falsos, mas foram usados CNPJ e notas fiscais verdadeiras para justificar o serviço e a saída do dinheiro. O caso está sendo apurado junto aos Tribunais de Contas do Maranhão e Piauí”, diz O Diário do Povo do Piauí.